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http://www.marcusoliveira.com/journal

Acessem por lá a partir de agora, ok?:)

“Que ninguém se engane, só consigo a simplicidade através de muito trabalho.”

Clarice Lispector

Via divulgação CRP-06

20 anos de luta antimanicomial! Uma luta por uma sociedade capaz de produzir vida e beleza a partir da diversidade. Vamos fazer desta semana um momento de encontro da cidade com a riqueza da diversidade, um momento de revisão de velhas concepções, um momento para engrossar o coro da nossa luta!

Programação:

14, 16 e 18 de maio de 2007
Oficinas Culturais e Artísticas voltadas aos usuários de serviços de saúde mental, psicólogos e população em geral

14 de maio de 2007
Tema: Loucuras da Cidade e Loucuras do Cotidiano
Oficina: Percepção Imaginativa e Imaginação Produtiva
Horário: 15h00 às 17h00
Local: MAM-SP, Parque do Ibirapuera, entrada pelo portão 3

16 de maio de 2007
Tema: Realidade: Diferentes olhares possíveis
Oficina: Diversas formas de se ver uma mesma coisa
Horário: 15h00 às 17h00
Local: MAM-SP, Parque do Ibirapuera, entrada pelo portão 3

18 de maio de 2007
Tema: Identidades
Oficina: Possibilidades de Ser
Horário: 10h00 às 12h00
Local: MAM-SP, Parque do Ibirapuera, entrada pelo portão 3

10 de maio de 2007 a 31 de maio de 2007
Exposição do CRP SP: “O compromisso da Psicologia com a transformação da sociedade brasileira” na Estação Trianon do Metrô.

16 de maio de 2007
Lançamento da série “Não é o que parece”, com exibição do vídeo “Fora de si”.
Debate: Outros olhares possíveis à problemática do álcool e outras drogas: a perspectiva da redução de danos.
Horário: 19h00 às 22h00
Local: Auditório do CRP SP
Rua Arruda Alvim 89
Estacionamento: Nadipark , Rua Cardeal Arcoverde, 201
Para obter o desconto, retire o selo na recepção do CRP SP.

18 de maio de 2007
Festa Antimanicomial
Organização: Associação Vida em Ação
Apoio: CRP SP
Horário: 21h00
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde 206
Entrada: R$10,00

16 de junho de 2007
1ª Oficina: Psicologia e Saúde Mental
Tema: O cotidiano dos psicólogos nos serviços públicos de saúde.
Programa: 09h00 Abertura
09h30 Oficina – trabalhos em grupos organizados por tipos de serviço (UBS, CAPS, Hospitais, dentre outros)
12h00 Apresentação das discussões e encaminhamentos.
Local: Auditório do CRP SP
Rua Arruda Alvim 89
Estacionamento: Nadipark , Rua Cardeal Arcoverde, 201
Para obter o desconto, retire o selo na recepção do CRP SP.

Maio 2007
TV Diversidade: O Programa vai ao ar pelo Canal Universitário, levando o tema da Luta Antimanicomial. Confira a grade de exibição no site http://www.crpsp.org.br

Exposição Vieira da Silva no Brasil
MAM-SP, Parque do Ibirapuera, entrada pelo Portão 3
Estarão expostos na Parede do Hall de Entrada do MAM-SP, os 3 primeiros colocados da Categoria “Fotografias”, do IV Prêmio Arthur Bispo do Rosário, realizado pelo Conselho Regional de Psicologia da 6ª Região – SP
Consulte o site do CRP SP para conhecer outras atividades relativas às Comemorações do Dia Nacional da Luta Antimanicomial.

Informações:
Departamento de Eventos do CRP-SP
E-mail: infoeventos@crpsp.org.br
Tel: (11) 3061-9494 ramais 137, 151 e 317

Inscrições:
Site: www.crpsp.org.br
Tel: (11) 3061-9494 ramais 137, 151 e 317

Agora que vou trabalhar em CAPS, fico de olho em ações sociais de integração das pessoas denominadas LoUcAs. Este evento tem apoio do CRP-06 (SP).

No próximo dia 05 de maio, a partir das 10 horas da manhã, usuários e funcionários dos CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), loucos de toda a espécie e simpatizantes reúnem-se em frente ao CAPS Itapeva para a 2a “Parada do Orgulho Louco”. Em seguida, vão em caminhada em direção ao centro da cidade apresentar sua bandeira de luta: “De perto ninguém é normal”, “Liberte o louco e o artista que existe em você” e “Por uma sociedade das diferenças”. A parada do “orgulho louco” tem o apoio do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo.

No início do Movimento da Luta Antimanicomial, em 1987, a bandeira de luta era “Por uma sociedade sem manicômios”. Passados 19 anos, hoje a mobilização é pela inclusão social efetiva dos loucos e pelo reconhecimento deles como produtores de arte. A idéia do movimento é proporcionar visibilidade ao louco e sua loucura, que ainda continuam à margem da sociedade.

A parada é uma iniciativa da produtora Caixa Preta e conta com a participação de artistas desconhecidos de diferentes origens sociais e etnias da grande São Paulo, como os artistas do CAPS. Com o evento, serão abertas as portas da instituição para uma nova proposta de ações de inclusão na sociedade, que possibilite o engajamento dos usuários com o movimento artístico e a sociedade em geral.

PARADA DO ORGULHO LOUCO
Data: 5 de maio
Horário: 10 horas
Local da concentração: Rua Carlos Comenale, 32 (São Paulo -SP)

Fonte: CRP-06

Todas as pessoas com um computador relativamente novo, conexão a internet e desejo de ajudar sem receber recompensa por isso, podem participar. Através da Computação Distribuída, qualquer um pode fazer isso sem sair de casa.

O Folding@home (aqui em português) é um projeto da Universidade de Stanford, na área de pesquisa médica. O princípio por norteador é a idéia de juntar vários computadores, de milhares de pessoas ao redor do mundo, ligados a internet para, através dessa união, realizar cálculos antes impossíveis por supercomputadores isolados ou mesmo por uma pequena rede local. A idéia em si não é nova, já tendo sido implantada no projeto SETI@home, que busca vida fora da Terra.

Neste projeto de Stanford, o objetivo é a pesquisa científica em busca da cura de doenças como o Câncer, o Mal de Alzheimer, Parkinson e outras. E os dados obtidos são todos disponibilizados GRATUITAMENTE na internet, para serem usados por cientistas do mundo todo.

Após baixar o programa e instalá-lo na máquina, ele tentará acessar a internet em busca de informação para trabalhar; no caso do projeto, proteínas para processar. Não vou entrar nos detalhes técnicos da coisa, para isso, acessar os links já relacionados acima.

Outra coisa, quem tem um Playstation 3 também pode ajudar, na verdade muito mais do que quem tem computador, já que o console, com o chip CELL tem se mostrado muito poderoso em se tratando de poder de processamento, tanto que já corresponde a 65% de todo o trabalho realizado por lá. Qualquer pessoa que tenha interesse em disponibilizar sua máquina para rodar o programa, já está participando, sem burocracia, nem frescura. Ele só pede um nick, ou pode ser até anonimamente. Você também pode entrar em algum “time” se quiser. Eu estou no “ps3 brasil”, criado pelo pessoal da comunidade homônima lá no Orkut. Não faz diferença estar ou não em um time, mas a brincadeira pode ficar mais legal se um incentivar o outro a continuar no projeto.

E não se preocupe que o software não atrapalha  enquanto você estiver trabalhando no computador, pois para máquinas novas, não se sente diferença. Além disso, ele só acessa a internet para baixar ou enviar informações da proteina que você está processando, e isso ocorre quando se começa ou termina uma. Um lance bacana é deixar ele rodando quando o pc estiver à toa, ou mesmo de madrugada.

Uma boa ação feita no conforto do lar.

Link: Folding@home

Recebido via email

Havia numa aldeia um velho muito pobre que possuía um lindo cavalo branco. Numa manhã ele descobriu que o cavalo não estava na cocheira. Os amigos disseram ao velho:

– Mas que desgraça, seu cavalo foi roubado!

E o velho respondeu:

– Calma, não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está mais na cocheira. O resto é julgamento de vocês.

As pessoas riram do velho. Quinze dias depois, de repente, o cavalo voltou. Ele havia fugido para a floresta. E não apenas isso; ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo. Novamente as pessoas se reuniram e disseram:

– Velho, você tinha razão. Não era mesmo uma desgraça, e sim uma benção.

E o velho disse:

– Vocês estão se precipitando de novo. Quem pode dizer se é uma benção ou não? Apenas digam que o cavalo está de volta…

O velho tinha um único filho que começou a treinar os cavalo selvagens. Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um dos cavalos e fraturou as pernas. As pessoas se reuniram e, mais uma vez, se puseram a julgar:

– E não é que você tinha razão, velho? Foi uma desgraça seu único filho perder o uso das duas pernas.

E o velho disse:

– Mas vocês estão obcecados por julgamentos, hein? Não se adiantem tanto. Digam apenas que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe ainda se isso é uma desgraça ou uma bênção…

Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra e todos os jovens da aldeia foram obrigados a se alistar, menos o filho do velho. E os que foram pra guerra, morreram.

Quem é obcecado por julgar, cai sempre na armadilha de basear seu julgamento em pequenos fragmentos de informação, o que o levará a conclusões precipitadas. Nunca encerre uma questão de forma definitiva, pois quando um caminho termina, outro começa, quando uma porta se fecha, outra se abre.

Recebi por email há algum tempo, mas vale relembrar. Texto caricato mas tem certa semelhança com o que acontece com os humanos.

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancada. Passado mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas.

Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que lhe bateram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada. Um segundo foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato.

Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas ficaram então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam a bater naquele que tentasse chegar às bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles por que batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:

“Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui.”

Não perca a oportunidade de passar esta história para os teus amigos, para que, de vez em quando, se questionem por que fazem (ou não fazem) certas coisas.

“Se chegares um dia a ceder ao peso dos objetos exteriores pelo desejo de agradar a qualquer um, reduzirás a nada os teus princípios de vida. Contenta-te em ser sempre um filósofo, mas se ainda assim tiveres também de o parecer, que o seja apenas aos teus próprios olhos.”

Epicteto (55-135 d.C.)

A reportagem do Fantástico sobre Simplicidade Voluntária citada neste post.

Lembrei-me de um experimento muito interessante sobre a atuação silenciosa do poder do pensamento que li há algum tempo e resolvi resgatá-lo. Aconteceu em Washington D.C [EUA] no ano de 1993. Consistiu no seguinte:

Um grupo independente de 4.000 praticantes de Meditação Transcendental, de 50 países diferentes, foi reunido na cidade com o propósito de pensar, sentir e enviar energias de Amor e calma para esta localidade durante o período de 8 semanas, encontrando-se duas vezes ao dia em grandes grupos. Foram escolhidos os meses de junho e julho [em que tradicionalmente há aumento de crimes na cidade].

Com isso, queriam provar o seguinte fato:

O envio coletivo de pensamentos de Amor faria com que os crimes de homicídio, estupro e assalto, ou seja, os crimes mais violentos, tivessem uma redução de aproximadamente 20% de incidência.

Em consequência disso, haveria redução do stress coletivo, o que iria gerar também:

– Aumento da cooperação e eficiência do governo.

– Aumento da popularidade do presidente Clinton.

Além disso:

Que ao termino do experimento, os indices de violência iriam rapidamente voltar ao seu patamar normal.

Para atestar a veracidade do experimento, foram reunidos 27 observadores de locais como a Universidade de Maryland, Universidade do Distrito de Columbia, e a Universidade de Denver [curso de Direito], analistas da polícia, governo local e líderes comunitários.

Qual foi o resultado?

Após os 2 meses de experimento, todas as previsões se confirmaram.

O que este experimento significa? Muito simples: o que pensamos e sentimos influencia a nós e ao nosso ambiente de forma concreta. Somos co-responsáveis pelo que gravita ao nosso redor, pelas coisas que atraimos para nós, e conseqüentemente, para o mundo em que vivemos. A maioria não vê as ondas mentais, como também não vê o ar, mas isso não significa que ele não exista ou que não seja real. Basta experimentar. Assim como inalar profundamente o ar faz com que se perceba sua existência, mudar a forma de pensar, sentir e sustentar esta mudança traz o mesmo resultado. A ciência tradicional engatinha neste campo, não possui ainda aparelhos refinados para estes estudos, para comprovar a existênica dessas afirmações. Porém, alguns têm a sensibilidade para enxergar estas ondas, os clarividentes, que não são nada mais que pessoas comuns com algumas faculdades desenvolvidas.

Por outro lado, VER não é fundamental, mas sim APLICAR isto no dia a dia, gerando oportunidades para si e para os outros, criando um ambiente bom para convivermos, um ambiente menos focado na competição, no lucro e no individualismo. Menos violento. Sabia que a cultura do medo gerada pela mídia ajuda em grande parte manter um clima de terror constante? As pessoas estão muito orientadas a ficar assustadas e essas ondas mentais saem viajando por aí, se retroalimentando e vejam a que ponto chegamos hoje.

Que tal estudar este assunto com mais seriedade para colher benefícios? Este é o desafio.

Para saber mais sobre este experimento, acesse estes links:

http://www.springerlink.com/content/k2hg216724k21411/

http://www.tm.org/book/chap_7c.html

http://www.alltm.org/pages/crime-arrested.html

http://www.metanexus.net/conference2003/pdf/WOLPaper_Ironson_Dale.pdf

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